Jardim Lutzenberger

5º ANDAR - ALA OESTE
Aberto para visitação de terças a sextas, das 9h às 18h30; e sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h30.
Espaço aberto e de lazer. 
Recebe apresentações de circo, dança, música e teatro.
O Jardim, além da visitação, é também utilizado para apresentações culturais.

No centro de Porto Alegre, uma diversidade de coleções e ambientes botânicos, representativos de banhados, desertos, pradarias e ambientes tropicais. O ambientalista gaúcho Lutzenberger, amante e grande defensor das paisagens naturais, via na jardinagem uma ferramenta singular de estímulo à sensibilidade individual para preservação ambiental. Em uma proposta que integra ambiente, arte e cultua, homenageia-se Lutzenberger e contribuiu-se para a formação de uma cultura mais consciente e responsável pela grande diversidade. Reunir José Lutzenberger e Mario Quintana no mesmo espaço é destacar a poesia inerente à natureza e fortalecer o papel da natureza na poesia. Passear por um jardim é nutrir a alma e conduzí-la pela fantasia do mundo real em sua miríade de cores, texturas, aromas, formas e demais estímulos. Não há natureza sem poesia e, como bem nos ilustra o poeta Mario Quintana, não há poesia sem natureza.
- Texto de Edgar Salla, biólogo e paisagista que mantém os jardins da CCMQ.
José Lutzenberger (Porto Alegre, 17/12/1926 — 14/5/2002)
Agrônomo e ecologista brasileiro que participou ativamente na luta pela conservação e preservação ambiental. Na obra “Manifesto Ecológico” que lançou em 1970, já previa o problema do aquecimento global. Por sua representatividade como liderança social foi secretário-especial do Meio Ambiente da Presidência da República de 1990 a 1992. Criou a Fundação Gaia, presidida hoje por sua filha.
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