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Peccatu - Foto: Rodrigo Bragaglia

Peccátu - Porto Verão Alegre

Publicado em 08/01/2020

Num lugar onde todas as consciências vivem aprisionadas a idolatria, a superstição e a tradições absurdas, um individuo que se encontra acorrentado a crimes cometidos ao longo dos séculos pela crença num ser onipotente, tomado como verdade absoluta, depara-se com a consciência da realidade da não existência desse ser acima de todas as coisas, e ao se por de frente com as contradições e crueldades cometidas em nome desse ser, percebe que usurparam a sua vida.
Ele é um marionete. Seus questionamentos possibilitam ações que fogem á regra. Seu inconformismo, a rejeição a essa crença, e uma vaga lembrança de um lugar onde seus pensamentos vagavam sem limites, despertam nele o desejo por uma liberdade absoluta. Os atos humanos, os atos carnais, e os instintos e desejos que emergem no homem, agora se libertam. Seu caminho é o caminho dos loucos. Sim. Por que não? Num desses dias, dias como hoje, como ontem, como há alguns dias, como o que eu nasci, como aquele em que os dinossauros foram extintos. Nesse dia. Vamos fazer as palavras gritarem tão alto que os coacervados começarão a evoluir novamente. Livres. Sem os fios da hegemonia “Deus”.

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