Biblioteca Erico Veríssimo

A Biblioteca Erico Verissimo, inaugurada em 27 de setembro de 1990, é uma biblioteca pública especializada em Literatura e Artes, com mais de 16 mil obras registradas até o momento.

Tem como propósito, prestar assessoria aos Núcleos e Instituições da Casa, além de possibilitar o acesso a seu acervo aos visitantes e público em geral.

Disponibiliza aos seus usuários serviços de leitura, pesquisa local e empréstimo domiciliar.

Horário de funcionamento: terças às sextas, das 13h às 18h (sem fechar às 12h) e sábado, das 14h às 18h.
Telefone: (51) 3228-8378.
Facebook: https://www.facebook.com/bevccmq
E-mail: bevccmq@sedac.rs.gov.br

 

Erico Verissimo (Cruz Alta, 17/12/1905 – Porto Alegre, 28/11/1975)

Considerado o maior ficcionista brasileiro. Em 1931 ingressou na Revista da Globo, chegando à diretoria. Sua estréia na literatura deu-se em 1932 com o livro de contos Fantoches, 1933. Seus livros foram traduzidos para diversas línguas, alguns filmados para o cinema e TV, como Incidente em Antares e O Tempo e o Vento, a trilogia da saga do RS. Lecionou literatura em 1941 nos Estados Unidos, na Universidade de Berkley, até 1945. Seu romance “Música ao longe” o faz ser agraciado com o Prêmio Machado de Assis, da Cia. Editora Nacional, em 1934. “Caminhos cruzados” recebe o Prêmio Fundação Graça Aranha. Um de seus maiores sucessos, “Olhai os lírios do campo”, é lançado em 1938. Ganha o Prêmio Jabuti – Categoria Romance, da Câmara Brasileira de Livros, em 1965, com o livro “O senhor embaixador”. Volta aos Estados Unidos. Postumamente, é lançado, em 1976, “Solo de clarineta – Memória 2”, organizada por Flávio Loureiro Chaves.

 

Romeu Grimaldi (Porto Alegre, 9/10/1939- 2/12/1996)

Foi engenheiro civil, mas a sua grande contribuição foi como programador e conhecedor de cinema. Foi responsável pela programação do cinema Vogue e, no início da década de 80, do cinema Bristol, onde se destacou pela programação diferenciada. Grimaldi ajudou a formar o imaginário utópico de uma geração, com uma programação pautada na inventividade, indagação e qualidade artística. O local acabou se tornando referência de sensibilidade e formação crítica. Em 1990, assumiu como diretor da Cinemateca Paulo Amorim – sediada na CCMQ – onde coordenou a programação até falecer.