Discoteca Pública Natho Henn

A Discoteca Pública Natho Henn possui um acervo formado por discos, gravações em áudio e vídeo, livros e partituras. O objetivo da instituição é preservar, organizar e divulgar a produção musical nacional e internacional em seus diferentes suportes. O espaço é destinado a pesquisadores, músicos e público em geral. Várias atividades também são oferecidas aos visitantes, como audições individuais, audições comentadas, oficinas, exposições, apresentações de recitais e conferências.

Fundada em 1955 pelo músico que lhe dá o nome, a Discoteca ocupou vários espaços diferenciados até ser transferida para a Casa de Cultura Mario Quintana. Nathalio Henn nasceu em Quaraí, no Rio Grande do Sul, em 27 de dezembro de 1901.

Integram a Discoteca a Biblioteca Armando Albuquerque, especializada em música, um acervo de discos em vinil, Cds, Dvds, vídeos e outras mídias para acesso público, a Sala Luís Cosme, salas de oficinas e exposições.

 

Atendimento ao público:
A Discoteca Pública Natho Henn está localizada no 4º andar da Casa de Cultura Mario Quintana, na Rua dos Andradas, 736, Centro, Porto Alegre – RS – Cep.: 90.020-004. F: 3221.7104 , 3211.5486.

O horário de funcionamento é segunda-feira, das 14h às 18h, e de terça a sexta, das 9h às 18h. Para mais informações visite o site www.ccmq.rs.gov.br ou escreva para discoteca@nathohenn.rs.gov.br

 

Natho Henn (Quaraí, 26/12/1901 – Porto Alegre, 1/8/1958)

Compositor, professor, pianista, pintor e poeta. Iniciou-se na música com a mãe aos cinco anos de idade. Estudou em Montevidéu/Uruguai, retornou a Quaraí, onde lecionou piano e compôs músicas com temas folclóricos. Em 1942 veio para Porto Alegre e em 1946 realizou um concerto na Associação Brasileira de Imprensa, do Rio de Janeiro. Algumas obras mais conhecidas: Hino Glória do Brasil, para orquestra, em 1943/44; Canção do Baú, para voz e piano, em 1943; A Carreta, para piano, em 1945.

Deixou obra pequena, mas de interesse pela sua originalidade, dedicada basicamente ao piano, junto com algumas canções para voz e piano e dois grandes poemas sinfônicos, Procissão e Festa de Nossa Senhora dos Navegantes. Dava recitais no presídio municipal e fundou a Discoteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul, que mais tarde recebeu seu nome.

Conta com o Auditório Luís Cosme, as salas Radamés Gnattali e Irmãos Moritz, a Biblioteca Armando Albuquerque e o Espaço Lupicínio Rodrigues.